Talvez outros tenha nascido com a beleza exacta e a certeza dela, a ponto de se saberem onde colocar neste mundo.
Talvez os outros conheçam regras múltiplas que lhe construam um viver mais fácil.
Talvez, eles, mas eu não.
Eu sou patético, sou só e infeliz.
Estou disponível, deixo-te um espaço enorme na minha vida e quero tanto que sejas tu a preenche-lo.
Este sentir, que ultrapassa um orgulho próprio, uma esperança qualquer. Este amar, quando sei não ser amado.
Eu sou um nada, um desses seres ocos que vagueia no mundo e que espera a morte para deixar de sentir.
Pode ser só meu este problema, posso ser a causa e por nunca ter a razão, mas, meu amor, nem por isso me dói menos. Esta alma que me mói, e que me impele para este teclado como para o teu corpo.
sábado, 4 de outubro de 2008
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário