Os pequenos lutos que temos de fazer na nossa vida vivem e existem de um modo autónomo e independente. Não estou a dizer que não possamos ter controlo sobre alguma parte do processo, Há até aspectos práticos que podem ajudar a acelerar o luto. Mas no final a mudança surge, não como algo conseguido a peso, mas com uma extraordinária naturalidade.
Morreu.
Assim, desaparece uma pessoa da nossa vida.
Assim, damos lugar e tempo a tantas outras.
E a vida recomeça.
terça-feira, 28 de outubro de 2008
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2 comentários:
essas faxinas internas por vezes são o movimento mais firme que damos pró-vida.
mas outras vezes também doem muito.
Mas continuar é preciso, meu caro. E faremos isso...
Abraço forte.
repetindo a leitura, meu caro.
vamos em frente...
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